sábado, 18 de agosto de 2012

VENÇA A SOBERBA


O que é Soberba:

Soberba é uma manifestação de orgulho, e de pretensão de superioridade sobre as outras pessoas, e não é privilegio de ricos, que podem se considerar superiores por terem muito dinheiro e porque acreditam que o dinheiro compra tudo. Os pobres também podem se considerarem especiais, porque é o melhor no que faz, e acreditar, procurando fingir ser, o que não são. 
A soberba  se manifesta individualmente, ou pode surgir em grupos. Ocorre quando aparece o racismo, o corporativismo, a xenofobia, o elitismo, onde um grupo acredita que é superior, e por isto menospreza, massacra os que considera inferiores,sendo causadores até de conflitos armados, onde os sentimentos de massa, vão servir aos interesses politicos, econonomicos, ideológicos ou religiosos dos que lideram aquele grupo.
O soberbo no seu orgulho se sente auto realizado, porisso quer se mostrar aos outros, querendo  despertar a inveja e admiração  aumentando mais a sua auto-estima e sentindo maior prazer, porém, quando é superado pelo outro, fica cheio de inveja.

FONTE: http://www.significados.com.br/soberba/

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

JESUS AMA VOCÊ

HOJE É TEMPO DE SER FELIZ!

A vida é fruto da decisão de cada momento. Talvez seja por isso, que a idéia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver.

Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existencia as mais diversas formas de sementes.

Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe...

Para cada dia, o seu empenho. A sabedoria bíblica nos confirma isso, quando nos diz que "debaixo do céu há um tempo para cada coisa!"

Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura.

Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos!

Infelicidade, talvez seja o contrário.

O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes... Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã!

Por isso, não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra. Cuidado com os semeadores que não lhe amam. Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas.

Cuidado com os semeadores que você não conhece. Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores...

Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você, afinal, você merece muito mais que qualquer coisa.

Cuidado com os amores passageiros... eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam...

Cuidado com os invasores do seu corpo... eles não costumam voltar para ajudar a consertar a desordem...

Cuidado com os olhares de quem não sabe lhe amar... eles costumam lhe fazer esquecer que você vale à pena...

Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí... elas costumam estragar o nosso referencial da verdade...

Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos... elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo.

Não tenha medo de se olhar no espelho. É nessa cara safada que você tem, que Deus resolveu expressar mais uma vez, o amor que Ele tem pelo mundo.

Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz.

Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida.

Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito...

A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta "que os sonhos não envelhecem..."

Vai em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões.

Deus resolveu reformar o mundo, e escolheu o seu coração para iniciar a reforma.

Isso prova que Ele ainda acredita em você. E se Ele ainda acredita, quem sou eu pra duvidar... (?)

 Padre Fábio de Melo

terça-feira, 31 de julho de 2012

QUAL O TAMANHO DA SUA SOLIDÃO?

A sua é de que tamanho? Difícil encontrar alguém que tenha uma solidão pequena, ajustada, do tipo baby look. Geralmente, a solidão é larga, esgarçada, como uma camiseta que poderia vestir outros corpos além do nosso. E costuma ser com outros corpos que se tenta combatê-la, mas combatê-la por quê?

Se nossa solidão pudesse ser visualizada, ela seria um vasto campo abandonado, um estádio de futebol numa segunda-feira de manhã. Dói, mas tem poesia. Talvez seja por aí que devamos reavaliá-la: no reconhecimento do que há de belo na sua amplitude.

A solidão não precisa ser aniquilada, ela só precisa de um sentido. Eu não saberia dizer que outra coisa mais benéfica há para isso do que livros. Uma biblioteca com mil volumes é um exército que não combate a solidão, mas a ela se alia.

A solidão costuma ser tratada como algo deslocado da realidade, como um tumor que invade um órgão vital. Ah, se todos os tumores pudessem ser curados com amigos. Uma pessoa que não fez amigos não teve pela sua vida nenhum respeito. Nossa solidão é nossa casa e necessita abrir horários de visita, hospedar, convidar para o almoço, cozinhar com afeto, revelar-se uma solidão anfitriã, que gosta de ouvir as histórias das solidões dos outros, já que todos possuem seus descampados.

A solidão não precisa se valer apenas do monólogo. Pode aprender a dialogar e deve exercitar isso também através da arte. Há sempre uma conversa silenciosa entre o ator no palco e o sujeito no escuro da platéia, entre o pintor em seu ateliê e o visitante do museu, entre o escritor e o seu leitor desconhecido. Ah, os livros, de novo. De todos os que preenchem nossa solidão, são os livros os mais anárquicos, os mais instigantes. Leia, e seu silêncio ganhará voz.

Às vezes, tratamos nosso isolamento com certa afetação. Acendemos um cigarro na penumbra da sala, botamos um disco dilacerante e aguardamos pelas lágrimas. Já fizemos essa cena num final de domingo - tem dia mais solitário? É comum que a gente entre na fantasia de que nossa solidão daria um filme noir, mas sem esquecer que ela continuará conosco amanhã e depois de amanhã, deixando de ser charmosa e nos acompanhando até o supermercado. Suporte-a com bom humor ou com mau humor, mas não a despreze.

Permita que sua solidão seja bem aproveitada, que ela não seja inútil. Não a cultive como uma doença, e sim como uma circunstância. Em vez de tentar expulsá-la, habite-a com espiritualidade, estética, memória, inspiração, percepções. Não será menos solidão, apenas uma solidão mais povoada. Quem não sabe povoar sua solidão, também não saberá ficar sozinho em meio a uma multidão, escreveu Baudelaire. 

[MARTA MEDEIROS]
FONTE:http://pensador.uol.com.br


Solidão, o vazio de relacionamentos

A solidão é o apanágio da geração contemporânea. Somos experimentados no relacionamento com as máquinas e inexperientes no trato com as pessoas. Vivemos cercados de gente e ao mesmo tempo, como uma ilha existencial, somos profundamente solitários. A solidão não é simplesmente uma questão de viver no ostracismo, à margem dos relacionamentos interpessoais, mas uma atitude interna, uma inadequação para esses relacionamentos. Há indivíduos solidários que vivem no meio da multidão, mas que não conseguem construir pontes de contato com as pessoas. Quando um dos grandes vultos da música popular brasileira, Roberto Carlos, foi interrogado acerca da pior coisa que lhe poderia acontecer, ele respondeu sem hesitar: a solidão. A solidão atinge grandes e pequenos, ricos e pobres, doutores e analfabetos.

Emile Durkhaim, ínclito sociólogo francês, chegou a afirmar que o suicídio, a maior agressão contra si mesmo, é uma inadequação social. É a incapacidade de inserir-se no convívio social e relacionar-se com as pessoas de modo a criar vínculos de amor e amizade. Vivemos numa sociedade doente. Na mesma proporção que cresce a população do mundo, aumenta a solidão das pessoas. Os grandes centros urbanos fervilham de pessoas que se acotovelam todos os dias em imensas aglomerações humanas, mas essas pessoas são rostos sem nome e sem identidade: uns que vão, outros que vêm e todos que passam.

A solidão não está apenas do lado de fora da família; está também dentro do lar. A televisão ocupou o lugar da conversa ao redor da mesa. A internet preencheu o espaço do diálogo cheio de intercâmbio das idéias. O telefone celular nos conecta com o outro, do outro lado da linha, mas nos afasta daqueles que estão ao nosso derredor. Vivemos no paraíso das comunicações virtuais, mas transformamos esse jardim cheio de raras belezas num deserto de relacionamentos vazios e carente de significado. Transformamos o palácio da cibernética na masmorra da solidão.

Não precisamos jogar pela janela as conquistas da ciência. Não precisamos viver paquerando nostalgicamente o passado que se foi. Mas, precisamos urgentemente, preservar os valores do passado, usar com racionalidade as conquistas do presente e estabelecer metas elevadas de comunhão para o futuro. Não podemos transformar o conforto da tecnologia em armas mortíferas contra nós mesmos. É tempo de buscarmos as primeiras coisas primeiro. É tempo de realinharmos nossas prioridades de conformidade com a prioridade de Deus. É tempo de entender que devemos adorar a Deus, amar as pessoas e usar as coisas em vez de amarmos as coisas, usarmos as pessoas e nos esquecermos de Deus. Pessoas valem mais do que coisas. Família é mais importante do que sucesso. Relacionamento sadio na família, na igreja, no trabalho e na escola é melhor do que a solidão na masmorra luxuosa da sofisticada tecnologia contemporânea.

Deus não nos criou para a solidão, pois fomos feitos à sua imagem e semelhança. Deus é Triúno e plenamente feliz em si mesmo. As três pessoas da Trindade relacionam-se em perfeita harmonia. O projeto de Deus é que vivamos em profunda comunhão com ele e uns com os outros. A solidão é uma negação dessa semelhança divina, uma conspiração contra essa vocação celestial, uma oposição radical contra esse sublime desiderato. Não somos apenas uma gota desse vasto oceano da humanidade. Não somos apenas um rosto sem nome no meio da multidão; somos alguém especial, criados de forma especial, para um propósito especial, para vivermos de forma abundante, maiúscula e superlativa a realidade bendita da comunhão íntima e profunda com Deus, com a família e com a igreja.
 Por Hernandes Dias Lopes 
FONTE:http://tempo-kairos.blogspot.com.br/

SOLIDÃO,QUE NADA!


É muito comum encontrarmos pessoas preocupadas com a solidão ou em como lidar com ela. Solidão parece estar muito mais relacionada à um sentimento do que à falta real de companhia. Pode-se sentir solidão mesmo estando entre muitas pessoas.

Para analisar em particular cada caso de solidão é importante “mapear” esse sentimento, descobrindo quando ele aparece com mais intensidade, quando é mais fraco, quais são as situações em que ele aparece ou quem está presente ou se ausenta quando ele aparece. Esse mapeamento ajuda a gente a se conhecer melhor e a lidar melhor com os sentimentos.

Pode ajudar também a procurarmos fazer coisas que nos façam sentir bem.

Refletir sobre a solidão leva à reflexão sobre os relacionamentos humanos. Muitas vezes colocamos expectativas altas demais em relação a uma outra pessoa ou interpretamos as coisas que acontecem de uma maneira que nos faz sofrer mais que o necessário. É comum a gente pensar coisas do tipo `o que eu fiz de errado para ela me tratar assim?’ ou ‘as pessoas estão com raiva de mim’ ao invés de nos concentrarmos no que aconteceu e buscarmos soluções concretas.

Um aspecto interessante a ser lembrado é que nossas atitudes para com as outras pessoas influenciam as atitudes que elas têm com a gente. É uma via de mão dupla, uma troca. Assim como as outras pessoas sinalizam se estão bem ou mal e o que esperam de nós, nós também determinamos ou damos sinais de como os outros devem agir conosco. Damos dicas de que não queremos intimidades ou de que queremos nos aproximar. No entanto, nem sempre sabemos se estamos dando corretamente essas dicas ou se elas estão sendo interpretadas como gostaríamos. Às vezes, é necessário reavaliar a maneira pela qual damos esses sinais aos outros, perguntando-nos, por exemplo, ‘se uma outra pessoa agisse comigo da maneira como eu estou agindo, como eu entenderia? o que eu faria?’.

Essa reavaliação pode ser útil para descobrirmos novas formas de interagir com o mundo que diminuam a solidão e outros sentimentos ruins e que tragam mais oportunidades para que os sentimentos bons apareçam.


 
Artigo publicado pelo Bragança Jornal Diário 

 Luciana Rosa MachadO

FONTE: http://www.psico.net

Para Mulheres Que Sofrem Da Solidão

Entre as mulheres que estão só há muitas que se assustam ao perceberem de repente, que o tempo está passando e elas continuam sozinhas. Cientes de suas carências, sentem-se injustiçadas, uma vez que são tão mulheres quanto as outras, e não têm companhia. A solidão, portanto, lhe parece algo impossível de se conviver e se desestruturam.A vida se apresenta de modos diferentes para cada pessoa. Ela pode ter seus caprichos,armar surpresas ou fazer exigências. As decisões devem ser tomadas de acordo com as prioridades de cada uma.
Outras sentem que nessas prioridades o amor nunca esteve ausente, mas diferente. E não sentem solidão. O assunto é delicado e expor-se requer coragem. Mas, por amor à verdade e para se lidar com ela, é preciso que deixemos cair as máscaras, relaxar as defesas, quebrar a resistência e dar lugar à humildade, para que o diálogo franco seja possível.
Assim, não vamos fazer de conta que tudo está bem. Isso seria arrogante demais. A aceitação de que somos é o ponto de partida. Às vezes, não. É impossível ser heróica todos os dias e em todas as circunstâncias. Não somos auto-suficientes a tal ponto.
Analogamente, é o que se pode ver na arte da pintura moderna, em que a problemática da vida fica pra detrás das formas, cores, linhas e materiais utilizados nas pinturas e esculturas, querendo dizer algo mais que o aparente.
Pensei nisso quando estive recentemente na Bienal. As obras ali expostas propõem a desmaterialização da arte, em que o observador reflita sobre o significado mais profundo que está além da aparência. O material versus o espiritual. Entre ambos, um quadro que me emocionou foi “O Grito”, de Edvard Munch, pintor norueguês, considerado um dos precursores do Expressionismo, à semelhança de Van Gogh. Suas cores inusitadas, suas pinceladas grossas, aquele rosto angustiado, com a boca ovalada em grito, simbolizam a dor, de modo extremamente vigoroso. Quem olha o quadro encontra ali sua própria dor. Aquela expressão pode ser a solidão de uns, a revolta de outros e ainda, o desespero para muitos outros.
Munch mostra a presença da dor na vida humana, com tanta intensidade e obsessão, que não há lugar para Deus. O seu quadro é o da pintura da dor sem Deus. Por isso nos angustia. Na arte, como na vida, é importante que entendamos o que existe por trás das aparências, buscando nos fatos que vivemos, seu significado maior. Outro dia perguntei a Jesus como lidar com a solidão. Pedi a Ele uma resposta específica para mim e que fosse através do Evangelho de João, o apóstolo do amor. (João era quem mais desfrutava da intimidade com Jesus. Por isso mesmo seu evangelho é espiritualmente mais profundo, no que se refere a doutrinas e à pessoa de Jesus Cristo). Ao abrir a Bíblia no evangelho de João, ao acaso, imediatamente deparei com o versículo 29 do capítulo 8, em que Jesus diz aos judeus: “E aquele que me enviou está comigo, não me deixou só, porque eu faço sempre o que lhe agrada”. Esta foi a resposta que recebi. Jesus era só, assim como muitos de nós, mas tinha a companhia de Deus, porque fazia tudo o que a ele agradava. A solidão é uma realidade que atinge cristãs e não cristãs. As mulheres que se encontram nessa condição, são vistas como “disponíveis” e, portanto, são freqüentemente assediadas. Às vezes, de modo tão vulgar que as inferioriza, outras com charme e sedução estimulando a vaidade, o que é mais tentador.
Nenhuma dessas situações porém, responde às verdadeiras necessidades de uma mulher cristã que busca o amor. Vivemos todas numa sociedade liberada, que admite o comportamento sexual ativo independente do casamento como sendo necessário, natural e saudável. Com isso, o que está ocorrendo é a banalização do sexo, sem restar mais nada de sagrado.
A carência afetiva da mulher se acentua, quando ela é atraída e envolvida por pessoas que não continuarão a seu lado. A emoção existe, o controle é difícil e resvalar, muito fácil. Nessas horas, necessitamos muito mais de ajuda divina. Lidar com as necessidades físicas e afetivas e resolver a solidão, por nossa conta, é impossível. É necessário reconhecer nossa fragilidade e dependência.
O nosso socorro vem de Deus, Jesus é nosso modelo de vida. O nosso compromisso é com Ele. É essa a diferença entre mulheres cristãs e não cristãs. É Jesus que faz toda diferença. O caminho é estreito, é o da luta dia a dia, mas frutífero. Intensificar nossa vida de oração, utilizar nossas potencialidades criando, produzindo, ajudando, contratando pessoas, unindo-se mais aos irmãos na fé, e ouvindo e respeitando a liderança da Igreja, para nos fortalecermos mutuamente, são os meios que nos ajudam a prosseguir fiéis nos caminhos do Senhor.
 
FONTE: http://www.midiagospel.com.br/familia/mulher/para-mulheres-que-sofrem-da-solidao.html

VENÇA A SOLIDÃO.

A SOLIDÃO




Alguma vez você já se sentiu só? Você já procurou entrar fundo nesse sentimento de solidão para perceber o que acontece?

No vocabulário de língua portuguesa a palavra "solidão" significa: estado de quem se sente ou está só.

A solidão é um estado interno, a princípio um sentimento de que algo ou alguém está faltando. Uma sensação de separatividade e desconexão com algo ainda inconsciente, sendo que numa visão espiritualista é a separação de Deus, Eu Superior, Self, Vida ou o Todo.

Atualmente, existem em algumas cidades muitas pessoas que já moram só e que apresentam um a vida bastante independente. Não podemos dizer que são pessoas solitárias, desde que elas se sintam em paz com essa situação. Entretanto, o que se mostra é que o sentimento de solidão pode estar presente em qualquer lugar ou situação. A pessoa pode sentir solidão durante uma festa com os amigos, no trabalho e até mesmo dentro de casa com a própria família.

Cada ser humano vem sozinho ao mundo, atravessa pela vida como uma pessoa separada e morre finalmente sozinho. As fases de passagem pela vida física e para além dela trazem muitas experiências, onde tudo é passageiro e impermanente. As situações, os encontros e os fatos da vida surgem, permanecem por algum tempo e se vão.

Portanto, procure refletir quando estiver sentido solidão. Com o que você ainda está resistindo no seu momento atual? Existe algo que precisa partir e você ainda não percebeu ou não aceitou essa possibilidade?

A idéia da separação e do estar só é apenas uma ilusão, pois nada se vai totalmente e nada está separado. Ficará sempre a lembrança no qual contém toda a experiência e vivência ocorrida o que é muito rico.

Perceber que você está se sentindo só é muito importante para o seu crescimento. Utilize desse sentimento como uma alavanca para assumir plenamente a sua vida, para agir a partir de si, fortalecer a sua base e seguir em frente, manifestando a sua própria força dentro dos seus objetivos.

Tenha a sua própria companhia, dê atenção, escute, e acolha aquilo que você é e manifesta. Seja o seu melhor amigo. A partir de então, você perceberá que a solidão deixará de existir naturalmente.

FONTE DO ARTIGO
Autora: Elaine Lilli Fong
Twitter: @elainelilli
Instituto União

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